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quinta-feira, 18 de julho de 2013
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Natal de ouro Disney #3
Natal de Ouro Disney, esta é sem dúvida uma das edições Disney que mais me sensibiliza, talvez por sempre ler numa época especial que é justamente o Natal.
Essa edição vai estar nas bancas em algum momento de novembro. Confira todos os detalhes lá no Planeta Gibi. Clique aqui!!!
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domingo, 7 de outubro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Confira no Universo Disney 2
No UD2 (Universo Disney 2), você poderá conferir uma postagem muito legal sobre os Álbuns Disney. Nos anos 90 foram lançados um total de 8 álbuns. No post eu apresento o primeiro volume, e pretendo trazer informações sobre os outros sete. CLIQUE AQUI, para curtir o post no UD2. Até a próxima amigo disneyanos e que Patópolis esteja sempre dentro de você!!!
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Leitores Disney pelo mundo!
Imagens do Perfil do Facebook chamado Donald Duck Pockets
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Peninha quase um cinquentão!
Encontrei numa edição de 2004, o Almanaque Disney #364, uma matéria bastante interessante sobre o amalucado primo do Donald, o Peninha, na época o Peninha fazia 40 anos.
No texto que transcrevo abaixo dizia o seguinte:
Há 40 anos (agora 48), nascia o Peninha o primo mais maluco da família pato.
Atrapalhado, avoado, mas sempre de alto astral. Assim é Peninha (Fethry Duck), um pato que gosta de experimentar novidades e aderir a modas inusitadas. Em busca de emoções, ele costuma carregar junto o Pato Donald, que geralmente acaba se dando mal com as ideias mirabolantes de seu primo. Essa é a premissa das histórias do Peninha, que diverte gerações de fãs Disney há quase cinquenta anos.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Disney Especial #39 - Os Fantasmas - Parte 1
Amigos disneyanos, hoje vou apresentar a primeira parte de um post dividido em duas partes de um Disney Especial, (o número #39 - Os Fantasmas), que tenho na coleção e guardo com carinho, por ser sobre um tema que desde pequeno me atrai... fantasmas, casas assombradas, coisas que habitam um mundo misterioso que desconheço. Nas histórias Disney podemos ter tudo isso de uma forma leve e divertida.
Encha os pulmões de ar e mergulhe comigo no mundo dos Fantasmas Disney... diversão garantida!!!
domingo, 13 de novembro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Confira no UD2 - Tio Patinhas Especial (Capa Dura)
Olá amigos disneyanos do Brasil e de outras partes do mundo que acompanham os meus dois blogs de quadrinhos Disney. Hoje vim agradecer pelo carinho das pessoas que entram no meu mundo virtual de HQs Disney e, embora não deixem comentários, eu sei que, se estão aqui, é porque apreciam essa lindas histórias, aventuras e personagens Disney.
Aqui você faz um "tour" sem pagar...
Aproveito para convidar você a ir até o meu outro blog de quadrinhos Disney, o Universo Disney 2, pois lá tem uma postagem bacana esperando você.
Conheça um pouco mais sobre essa edição aí abaixo.
domingo, 9 de outubro de 2011
CarL Barks apresenta: Tio Patinhas em: Os Estranhos Naufrágios
Olá amigo disneyano que acompanha os meus blogs de quadrinhos, tanto esse Universo Disney quanto o UD2. Hoje eu trago aqui pro blog uma das minhas aventuras favoritas do mestre Disney Carl Barks. Prá contar esta história eu tomei como base essa edição (acima) de O Melhor da Disney - As obras Completas de Carl Barks volume #13 de agosto de 2005. Por sinal uma das melhores edições com ótimas histórias, entre elas, "O Poço de Dinheiro", "O Rio de Ouro", "A Lua de Vinte e Quatro Quilates", "O Holandês Voador", e a história que vou comentar hoje, "Os Estranhos Naufrágios".
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
“Disney – Filmes Clássicos em Quadrinhos - Branca de Neve e os Sete Anões”
A editora On Line apresenta a oitava edição d “Disney- Filmes Clássicos em Quadrinhos: Branca de Neve e os Sete Anões”. Essa história atravessa o tempo e vem encantando gerações com tamanha leveza e frescor que parece que foi escrita na semana passada.
Novos leitores chegam ao mundo dos quadrinhos todos os anos, crianças que tem contato com a obra Disney pela primeira vez na vida. E, por incrível que pareça, trata-se de uma história inédita para elas.
Nós que já conhecemos Branca de Neve e os sete anões, de há muito tempo atrás, talvez não fiquemos com os “olhos brilhando” ao ver essa adaptação do filme para os quadrinhos, mas podemos apreciar novamente esse trabalho que acalentou nossos sonhos quando criança e que agora vemos com um olhar adulto.
Pense em Branca de Neve como uma bela jovem, cheia de sonhos e alegria. Com extrema doçura e meiga como os primeiros raios de sol da manhã, Branca de Neve aparece exuberante nas páginas dessa publicação.
E os anões? Retratados de forma doce e com uma ternura no olhar que não via em muitas outras apresentações desse clássico. Amigos, essa edição que está nas bancas é imperdível para os colecionadores e amantes das histórias Disney.
O que vemos é um gibi maravilhoso, com desenhos de excelente qualidade e que prima pelo belo acabamento e riqueza de detalhes na história. Nunca li Branca de Neve assim, com esses quadros tão belos, mostrando os personagens em ângulos diferentes, alternando closes e panorâmicas com a facilidade de quem sabe o que está fazendo. Aliás, é esta a impressão que a gente tem ao ler esse gibi da On Line: que foi feito por pessoas capazes e com muito bom gosto. Com relação à história em si, posso afirmar que ela é completa, bem explicada, e que deixa o leitor bem situado sobre o que está acontecendo. Até me esclareceu algumas dúvidas antigas sobre o início da aventura: como teria Branca de Neve conhecido o príncipe?
É com imenso prazer que continuo colecionando e acompanhando os quadrinhos Disney dessa jovem editora, e fico pensando: quais títulos virão a seguir? Que outros personagens Disney estarão incluídos na licença da On Line? O jeito é continuar curtindo essas belas histórias, e torcer para que muitos outros gibis sensacionais como esse, cheguem rapidinho em nossas mãos. Abraços
Fonte: Texto de Paulo Gibi(para o texto: gibi “Disney Filmes Clássicos em Quadrinhos – Branca de Neve e os Sete Anões” nº8 - Editora On Line, da coleção pessoal).
Leia aqui outra postagem sobre Branca de Neve e também a animação da Disney
Leia aqui outra postagem sobre Branca de Neve e também a animação da Disney
sábado, 22 de maio de 2010
A vida em Patópolis: Uma crônica da cidade dos patos
Uma cidade típica da civilização ocidental, ambientada no século XIX/XX, com ruas, praças e avenidas. Sua história, desde a fundação até a configuração atual, já bem conhecida dos leitores e fãs Disney, passa pela figura de seu fundador “Cornélio Patus” e de seu benfeitor-mor e muquirana de carteirinha, “Patinhas”.
Ainda outra questão, é a ambientação dos personagens Disney numa outra cidade denominada por alguns como “Ratópolis”, ou “Mousetown”, que seria a cidade habitada por Mickey e seu núcleo de personagens.
Ainda outra questão, é a ambientação dos personagens Disney numa outra cidade denominada por alguns como “Ratópolis”, ou “Mousetown”, que seria a cidade habitada por Mickey e seu núcleo de personagens.
Mas, o objetivo deste post, é remeter o leitor, à percepção das “redes de relacionamentos” que existem *entre os personagens*, e para tal vamos considerar, Patópolis, como uma cidade única, a abrigar a maioria dos personagens Disney, respeitando é claro, opiniões divergentes.
Vamos imaginar como seria um dia comum, na vida dos cidadãos patopolenses?
O Donald, por exemplo, acorda cedo (meio contrariado, é claro) para despachar os sobrinhos pra escola, dá uma olhada na “Patada” durante o café da manhã, enquanto saboreia um pedaço daquele bolo de chocolate que a Margarida mandou no dia anterior. Os meninos (Huguinho, Zezinho e Luisinho) chegam à escola, onde encontram Chiquinho e Francisquinho prontos para mais uma aula de ciências com o Professor Ludovico. Muito agito no pátio da escola, toca o sinal, e todos vão para a sala.
Vamos imaginar como seria um dia comum, na vida dos cidadãos patopolenses?
O Donald, por exemplo, acorda cedo (meio contrariado, é claro) para despachar os sobrinhos pra escola, dá uma olhada na “Patada” durante o café da manhã, enquanto saboreia um pedaço daquele bolo de chocolate que a Margarida mandou no dia anterior. Os meninos (Huguinho, Zezinho e Luisinho) chegam à escola, onde encontram Chiquinho e Francisquinho prontos para mais uma aula de ciências com o Professor Ludovico. Muito agito no pátio da escola, toca o sinal, e todos vão para a sala.
O Pateta tenta fazer seu carro pegar, mas, não percebe que está se
m gasolina, e fica todo enrolado, sem o Gilberto que não está em casa, pois viajou pra um congresso em Gansópolis. Enquanto isso, Clarabela procura o Horácio para consertar seu ventilador, e o encontra bronqueado porque o Pateta não chegou cedo em sua oficina, como tinham combinado. O Donald, larga o ca
Tudo acontece simultaneamente, a cidade “ferve” logo pela manhã. O Superpateta logo prende os Metralhas, e os entrega ao Coronel Cintra, a máquina do Professor Gavião não funcionou direito, e o plano de fuga deles, também não deu certo. Aos poucos a rotina toma conta do lugar, e todos voltam ao que estavam fazendo...
Você conseguiu visualizar essa seqüência de ação? Percebeu como as coisas podem estar relacionadas? Se a resposta for sim, você também conhece “Patópolis” e sabe que ela é *real*, na medida que “nós damos vida à ela”, em nossa imaginação. As tramas, os roteiros, os personagens, tudo está sincronizado com a nossa participação. A história “acontece dentro de nossa mente”. Às vezes, procuro ler as histórias em quadr
Patópolis também tem “tesouros”, que são os seus maravilhosos habitantes, e pensar em todos eles como “pessoas vivendo numa cidade” também é muito legal.
Diferentemente de “Eldorado” e de “Atlântida” (que nunca foram encontradas), Patópolis é para mim, uma cidade mais palpável e concreta, não é uma lenda, ou apenas fruto da imaginação ambiciosa de alguém. Patópolis está à disposição e ao alcance de todos nós, pra curtir de montão, afinal, é nela que residem nossos mais queridos amigos do “Universo Disney”.
isso aconteceu? E o Biquinho? Por que ele não foi pra escola?”
A resposta é simples, o Mickey teria ido pra Orlando (com seu horrível shortinho vermelho) gravar um comercial para um canal pago, e o Biquinho estuda no período da tarde... (rsrsrs).
Curiosidade: O sistema LEGO é um brinquedo cujo conceito se baseia em partes que se encaixam permitindo inúmeras combinações.
Criado pelo dinamarquês Ole Kirk Christiansen, é fabricado em escala industrial em plástico injetado desde meados da década de 1950, popularizando-se em todo o mundo desde então.
Fonte: Texto de Paulo Gibi (colaborador do blog Universo Disney), Wikipédia, YouTube e diversos sites Disney na Rede.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
A ARTE EM QUADRINHOS
Você já parou pra pensar em como a arte vem até nós, em “quadrinhos”?
Desde os tempos mais remotos, nós os humanos, temos desenvolvido todo tipo de expressões artísticas. Desde as pinturas ruprestes nas cavernas de Lascaux na França há mais de 15.000 anos, passando por artefatos decorados na cerâmica, no bronze, no ouro, em esculturas de pedra, nos afrescos, em todo tempo e lugar alguém parou para “desenhar”, registrando cenas do cotidiano, contando feitos heróicos, para homenagear governantes, ou simplesmente para entreter e fazer rir.
Com o surgimento da escrita, aos desenhos e gravuras foram acrescentadas “legendas’, dando um “roteiro” para uma sequência de imagens, algumas até na forma de hieróglifos como os do antigo Egito, e das civilizações Meso-Americanas (Maias, Astecas e Incas).
Bibliotecas antigas, como a de Alexandria, continham “livros” que eram por demais apreciados e tidos como “tesouros” pela elite governante, e nesses livros, com certeza haviam também “representações ilustradas” dos fatos mais relevantes,
Nas moedas antigas, na parede dos templos e edifícios governamentais, eram “gravadas a imagem” do imperador, do governante, do César, Faraó, ou Rei. Na sonda americana “Voyager 1” lançada pela NASA na década de 70, uma gravura num disco de ouro, representa o ser humano, e sua dimensão no cosmos, levando também gravações de sons e imagens para contato com qualquer civilização nas estrelas, e vaga pelo infinito desde então.
Quanta informação do passado... Mas, necessária para entender a *gênese* de nosso instinto em desenhar, escrever e contar histórias. Nós desenvolvemos a comunicação, por intermédio dos gestos, da fala, da escrita e da arte. A arte transcende nossa realidade, e nos leva à outra dimensão, numa viagem surreal pelo mundo da imaginação.
Se assistimos a um filme no cinema, deixamos que nossa mente “embarque” na história transmitida pela película, e nosso “cérebro” capta os frames de forma imperceptível e temos a “ilusão do movimento”. Um filme de hora e meia, ou curta metragem, ambos são produzidos quadro a quadro, e projetados de forma contínua diante dos nossos olhos. É a magia do cinema em ação.
Se lemos um livro, imaginamos a cena acontecendo, também quadro a quadro, cada qual com sua cor, dimensão e intensidade. Um livro “passa” em nossa mente, assim como um “filme”, numa sucessão de quadros e “montamos” ao final, uma bela história.
Se observamos uma pintura num quadro, se ouvimos uma música, se assistimos um espetáculo no teatro ou em um DVD, tudo, absolutamente tudo, é captado por nós de forma estática, quadro a quadro, e em nós, ganha vida e movimento. 
A arte entra pelos nossos sentidos, e passa pelo crivo seletivo do nosso senso crítico, e parte dela é por nós apreciada e valorizada.
*Com os quadrinhos não é diferente*, alguns de nós amamos ler histórias em quadrinhos porque é da nossa natureza a curiosidade, o estímulo do intelecto, a observação do mundo em histórias, a alegria e o prazer do entretenimento.
É lógico que existem quase que “infinitas possibilidades” na literatura dos quadrinhos, com revistas e publicações dos mais variados gostos, passando por temas diversos e universos igualmente interessantes, e isso é algo que devemos respeitar.
Mas, no meio de tudo isso, escolhemos “amar de modo especial”, os QUADRINHOS DISNEY. E eu me pergunto: por quê?
Talvez porque em nossa mente e nosso coração habite o desejo de ter em nossas mãos o que somente nossa imaginação pode produzir. De viver no mundo material e perceptível, o universo metafísico de “patos”, “ratos” e outros seres oriundos da imaginação, do intelecto, do amor e do carinho de mestres como Walt Disney, Carl Barks, Don Rosa, e muitos outros. 
Passar um dia, ou apenas alguns momentos lendo um gibi, nos conecta diretamente à esse universo, o “Universo Disney”, e nele encontramos velhos amigos, como o Tio Patinhas, o Donald, o Mickey, o Pardal, e tantos outros. Viajamos para lugares exóticos, assistimos a duelos e conflitos, resolvemos mistérios, e damos muitas risadas. 
É inexplicável o que sentimos, e ao mesmo tempo é simples demais. Um paradoxo que nos remete às nossas mais profundas origens, de um tempo primitivo das cavernas, à amplidão do espaço sideral. Tudo isso chega às nossas mãos, nas páginas quadriculadas de um simples e maravilhoso, Gibi Disney.
Fonte: Texto de Paulo Gibi (colaborador do blog), imagens da Rede e diversos sites Disney.
Nas moedas antigas, na parede dos templos e edifícios governamentais, eram “gravadas a imagem” do imperador, do governante, do César, Faraó, ou Rei. Na sonda americana “Voyager 1” lançada pela NASA na década de 70, uma gravura num disco de ouro, representa o ser humano, e sua dimensão no cosmos, levando também gravações de sons e imagens para contato com qualquer civilização nas estrelas, e vaga pelo infinito desde então.
Quanta informação do passado... Mas, necessária para entender a *gênese* de nosso instinto em desenhar, escrever e contar histórias. Nós desenvolvemos a comunicação, por intermédio dos gestos, da fala, da escrita e da arte. A arte transcende nossa realidade, e nos leva à outra dimensão, numa viagem surreal pelo mundo da imaginação. *Com os quadrinhos não é diferente*, alguns de nós amamos ler histórias em quadrinhos porque é da nossa natureza a curiosidade, o estímulo do intelecto, a observação do mundo em histórias, a alegria e o prazer do entretenimento.
É lógico que existem quase que “infinitas possibilidades” na literatura dos quadrinhos, com revistas e publicações dos mais variados gostos, passando por temas diversos e universos igualmente interessantes, e isso é algo que devemos respeitar.
Mas, no meio de tudo isso, escolhemos “amar de modo especial”, os QUADRINHOS DISNEY. E eu me pergunto: por quê?
Talvez porque em nossa mente e nosso coração habite o desejo de ter em nossas mãos o que somente nossa imaginação pode produzir. De viver no mundo material e perceptível, o universo metafísico de “patos”, “ratos” e outros seres oriundos da imaginação, do intelecto, do amor e do carinho de mestres como Walt Disney, Carl Barks, Don Rosa, e muitos outros.
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